quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Lembranças da primeira vez

Engraçado, aquele dia. Aliás, lindo. Ainda lembro dele. Janeiro. Ar agradável e céu ensolarado. Estão em um parque da cidade maravilhosa. Tudo improvisado. E eles estão ali por acaso, graças aos bons ventos. Olhavam-se constantemente e conversavam sobre algo que só fazia sentido para eles. Uma amiga falou que ela valia a pena. E, depois de umas horas, tudo se transforma num beijo. Mãos se entrelaçam, olhos que buscam, encontram espaços e novos panoramas. Aquela vez. Momento único. Dura até os dias de hoje. Foi o inicio de tudo. Descobrirem-se vulneráveis e frágeis, curiosos e doces. Uma explosão. No dia seguinte: sentem-se grandes. Ele diz que nunca vai deixá-la. Estão bem juntos. Amam-se. Não é necessário ir embora. Apenas reencontrar o caminho certo.

Um comentário:

  1. É como o yng e yang
    etstao sempre justos,e nao e no sentido figurado,é no esperitual,algo muito mais além.
    E nunca sao puros...o preto leva um pouco do branco, e o branco carrega um tantinho do preto..
    e assim completam o ciclo...que ciclo?so a vida pode dizer..
    mas de certo...assim permanecem completos,ou completados..

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